segunda-feira, 8 de maio de 2017

Isabela Cavalcante de Aquidauana, é eleita a Miss Mato Grosso do Sul ‘Be emotion’ 2017

A representante de Aquidauana, Isabela Cavalcante, foi eleita Miss Mato Grosso do Sul ‘Be emotion’ 2017.  Em noite de muito glamour, a cerimônia foi realizada nesta sábado (06) em Costa Rica (MS) no Espaço Conviver – Centro de Convivência do Idoso – “Nosso Sonho”.
A coroa de Miss Mato Grosso do Sul, abre portas para a disputa do Miss Brasil ‘Be emotion’ 2017.
A vencedora concorreu com outras 19 candidatas dos municípios de Amambai, Aparecida do Taboado, Campo Grande, Cassilândia, Chapadão do Sul, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Distrito de Alto Santana (Paranaíba), Distrito de São José do Aporé (Paranaíba), Dourados, Ivinhema, Jaraguari, Nova Andradina, Paranaíba, Santa Rita do Pardo, Serviria, Terrenos e Três Lagoas.
A Miss Brasil ‘Be emotion’ 2016, Raissa Santana e a Miss Mato Grosso do Sul 2016, Yara Volpe, marcaram presença no evento.

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sábado, 17 de setembro de 2016

Aral Moreira é campeã da Copa Vale da Esperança de Futsal 2016


Vilson Nascimento


Time comandado por Júnior Peroli superou a representação de Maracaju na final em Caarapó.Foto: Divulgação
Com dois gols do Dani, um do Anderson, um do Rodrigo e outro do Gabrielzinho, a equipe de Aral Moreira bateu o Objetivo Futsal, de Maracaju, pelo placar de 5x4 na noite do sábado, 3 de setembro e conquistou o título da Copa Vale da Esperança de Futsal 2016, em Caarapó.

A competição promovida pela LEC (Liga Esportiva Caarapoense) reúne anualmente equipes de vários municípios da região e apresenta um elevado nível técnico.

O elenco aralmoreirense, campeão do certame regional foi composto pelos jogadores, Pablo, Rodrigo, Lepão, Anderson, Kenner, Gabrielzinho, Dani, Leandro, Marcos, Anildo, Cabeça e Weslen.

O técnico é o professor de educação física Júnior Peroli, que tem ampla expediência em competições regionais e estaduais e inclusive já tem na bagagem um título estadual pela Federação de Futsal de MS com Aral Moreira e um vice-campeonato e um terceiro lugar da Copa Morena dirigindo as equipes de Aral Moreira e do CAA/Santa Rosa, de Amambai.

Postado por: Carlos PAIM

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Dez municípios concentram mais da metade da produção de soja de MS

Maracaju se manteve como maior produtor estadual, com 842,376 mil t.

Maior produtividade foi registrada em São Gabriel, 56 sacas por hectare.

Anderson ViegasDo G1 MS

Colheita da soja foi encerrada oficialmente em Mato Grosso do Sul, que registrou maior safra de sua história (Foto: Reprodução/TV Morena)Colheita da soja foi encerrada oficialmente em Mato Grosso do Sul, que registrou maior safra de sua história (Foto: Reprodução/TV Morena)
Grupo de dez municípios das regiões sul, norte e central de Mato Grosso do Sul concentrou 56,88% do total produzido pelo estado na recém encerrada safra 2015/2016 de soja. Juntas, essas cidades colheram nesta temporada 4,320 milhões de toneladas, enquanto que a produção do estado atingiu o volume recorde de 7,597 milhões de toneladas, de acordo com dados do Sistema de Informação Geográfia do Agronegócio (Siga), da Associação dos Produtores da oleaginosa (Aprosoja/MS).
Conforme a Aprosoja/MS, o município de Maracaju, na região sul, se manteve com o principal produtor de soja do estado. Com uma área cultivada de 268,958 mil hectares, os sojicultores locais colheram 842,376 mil toneladas do grão, o que representou uma média de produtividade de 3.132 quilos por hectare ou 52,2 sacas por hectare.
Além de Maracaju, compõem o top “dez” da produção de soja sul-mato-grossense neste ciclo: Ponta Porã (608,281 mil toneladas),Sidrolândia (537,883 mil toneladas), Dourados(471,471 mil toneladas), São Gabriel do Oeste (382,818 mil toneladas), Aral Moreira (338,826 mil toneladas), Rio Brilhante (300,108 mil toneladas), Naviraí (283,879 mil toneladas), Laguna Carapã (280,119 mil toneladas) e Chapadão do Sul (274,901 mil toneladas). 
Já em produtividade os campeões sul-mato-grossenses da temporada foram os produtores deSão Gabriel do Oeste, com média de 3.360 quilos por hectare o que representa 56 sacas de 60 quilos por hectares. Depois também aparecem com destaque os sojicultores de Costa Rica, com 55 sacas por hectare e de Bela vista, com 54,9 sacas por hectare. A média estadual ficou em 50,5 sacas por hectare.
A Aprosoja/MS apontou que apesar das problemas que os produtores enfrentaram no ciclo em razão das variações climáticas, o resultado final da safra é positivo, mas poderia ter sido muito melhor, com a produção atingindo um patamar de 8 milhões de toneladas. 
A entidade destaca que um dos principais problemas climáticos da temporada foi o excesso de chuva durante o ciclo, o que dificultou o manejo da lavoura, prejudicou o desenvolvimento de grãos, provocou a perda de lavouras inteiras que foram alagadas e atrapalhou ainda o escoamento da produção.
De acordo com a associação, a média acumulada de chuvas nesta safra foi de aproximadamente 982,3 milímetros, um volume 215 milímetros superior ao ciclo anterior.
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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Grávidas devem evitar Rio de Janeiro, diz OMS


A Organização Mundial de Saúde (OMS) advertiu, em um comunicado sobre o vírus Zika, sobre os riscos para mulheres grávidas no Rio de Janeiro, palco da Olimpíada: "Mulheres grávidas continuam a ser aconselhadas a não viajar a áreas de contínua transmissão de zika. E isso inclui o Rio de Janeiro", afirmou a organização em um comunicado nesta quinta-feira.

É a primeira vez que a organização faz recomendação específica para a cidade, a menos de dois meses dos Jogos Olímpicos


É a primeira vez que a organização faz recomendação específica para a cidade, a menos de dois meses dos Jogos Olímpicos

À BBC Brasil, o porta-voz da OMS, Christian Lindmeier, explicou que é a primeira vez que um alerta a respeito da zika é direcionado à cidade-sede dos Jogos, mas enfatizou que as recomendações são as mesmas feitas para todas as regiões onde casos da doença foram observados e, portanto, não se trataria de uma discriminação.
"Esse é o primeiro comunicado específico a respeito da zika e dos Jogos Olímpicos. Anteriormente não havíamos abordado nenhuma cidade diretamente, mas isso é um esclarecimento dentro do contexto das recomendações que já vinham sendo feitas a viajantes", disse Lindmeier.
O informe diz ainda que parceiros sexuais de mulheres grávidas que retornem do Rio só devem ter relações sexuais com camisinha, ou se abster, durante todo o período da gestação.
Recomendações
De maneira geral, a OMS aconselha aos viajantes que consultem um médico antes de ir aos Jogos.
"Evite visitar áreas empobrecidas e superpopulosas em cidades e vilarejos sem água encanada e com saneamento precário (criadouros ideais de mosquitos), onde o risco de ser picado é maior."
A organização recomendou também que os turistas procurem acomodação com ar-condicionado, para evitar que mosquitos entrem pelas janelas, e ressaltou que é preciso praticar sexo seguro.
"Use preservativos correta e consistentemente, ou abstenha-se do sexo durante sua estadia e pelo menos quatro semanas após seu retorno, particularmente se teve ou experimentou sintomas do vírus Zika."
O aviso sugere o uso de repelentes e de roupas claras com mangas longas, para reduzir o risco de ser picado.
A organização recomendou também que os turistas procurem acomodação com ar-condicionado, para evitar que mosquitos entrem pelas janelas, e ressaltou que é preciso praticar sexo seguro
A organização recomendou também que os turistas procurem acomodação com ar-condicionado, para evitar que mosquitos entrem pelas janelas, e ressaltou que é preciso praticar sexo seguro
Inverno
Feitas as recomendações, a OMS faz a ressalva de que os Jogos Olímpicos ocorrerão durante o inverno e nessa época "há menos mosquitos ativos" e "o risco de ser picado é menor".
A OMS e a Organização Pan-Americana de Saúde aconselham o Brasil em questões de políticas de saúde pública. A organização também tem um memorando de entendimento com o Comitê Organizador dos Jogos para ajudar a mitigar os riscos de atletas e visitantes contraírem zika.
De acordo com o último boletim epidemiológico, também publicado nesta quinta, 58 países e territórios já registram a presença da doença, sendo que 45 experimentam pela primeira vez um surto de zika em 2015.
No Brasil, o primeiro caso de zika foi confirmado em 7 de maio de 2015, dando início a uma epidemia associada à má-formação de bebês, com casos de microcefalia, e à ocorrência da síndrome neurológica de Guillain-Barré.
As anormalidades levaram a OMS a decretar emergência de saúde pública mundial, para melhor acompanhar a epidemia.
NotíciasTerra
Postado por: Ygor I. Mendes

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Bioma Mata Atlântica
http://www.projetobiomas.com.br/

Site do UOL Notícias

http://noticias.uol.com.br/

Postado por: Ygor I. Mendes

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Interdição da Ponte Velha!
 
Devido a realização da 11ª Festa da Farinha, evento alusivo ao 51º aniversário de Anastácio, que neste ano será realizada na Praça Arandu, localizada na esquina das ruas João Leite Ribeiro com a Avenida Manoel Murtinho, o trânsito na Ponte Roldão de Oliveira será interditado entre os dias 5 (quinta-feira) e 9 (segunda-feira). 

Justifica a Coordenadoria Municipal de Transporte e Trânsito de Anastácio, que o fluxo de pedestre naquelas vias será muito intenso, por isso a necessidade de impedir o tráfego de veículos automotores, para evitar possíveis acidentes nesse período festivo.

Postado por: Ygor I. Mendes

domingo, 6 de setembro de 2015

Ministério da Justiça autoriza envio da Força Nacional para MS

Alex Rodrigues
Da Agência Brasil
  • Valter Campanato/Agência Brasil
    21.mai.2015 - Um grupo de 53 indígenas do Mato Grosso do Sul protestam contra a revisão de terras que já estavam demarcadas 21.mai.2015 - Um grupo de 53 indígenas do Mato Grosso do Sul protestam contra a revisão de terras que já estavam demarcadas
A  pedido do governo do Mato Grosso do Sul, o Ministério da Justiça autorizou o envio da Força Nacional para a região de Mato Grosso do Sul, conhecida como Cone Sul do estado, próxima à fronteira com o Paraguai. Os militares atuarão em cidades como Amambaí, Aral Moreira e Coronel Sapucaia. Esta última foi palco do mais recente confronto entre índios e produtores rurais.
Nessa quarta-feira (24), um grupo de cerca de 30 fazendeiros, dispostos a retomar uma fazenda ocupada na segunda-feira (22), expulsaram cerca de 50 índios guarani e kaiowá que estavam acampados no local.
Segundo o ministério, parte do efetivo já foi deslocado para a região. O restante da tropa chegará no fim de semana. O foco da ação é ajudar, por tempo indeterminado, na "preservação da ordem pública, segurança das pessoas e do patrimônio, a fim de restabelecer a paz e a tranquilidade pública na região".
A operação já foi desenvolvida na região de Dourados, onde, desde 1º de julho de 2011, a Força Nacional apoia as forças locais no policiamento ostensivo, a fim de evitar conflitos entre indígenas e não índios. O efetivo deslocado para o Cone Sul não foi informado por questões de segurança.
O Ministério Público Federal (MPF) e o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (PT-RS), também já tinham recomendado que o Ministério da Justiça autorizasse o emprego da Força Nacional no Cone Sul. O procurador da República em Ponta Porã (MS), Ricardo Pael Ardenghi, está acompanhando a situação de perto desde a ocupação da Fazenda Madama, na segunda-feira. Já Pimenta, visitou a região ontem, após o confronto entre índios e produtores rurais.

Omissão do governo agrava tensão

Em nota divulgada hoje (26), pelo MPF, o procurador da República afirma que a omissão do governo federal em demarcar as terras indígenas contribuem para agravar o clima de tensão na região. "A situação indígena no estado é grave e tem sido negligenciada pelo Poder Público", afirma Ardenghi, na nota
"O processo demarcatório de áreas indígenas no estado, fruto de um Termo de Ajuste de Conduta [TAC] entre Funai e MPF, está paralisado desde meados de 2013, quando o ministério instaurou uma mesa de negociações. O processo não avançou na resolução de nenhuma das dezenas de áreas em disputa no estado, entre índios e fazendeiros, e ainda paralisou o estudo de identificação das demais áreas", diz o procurador, criticando a demora na autorização do emprego da Força Nacional.
Nesta terça-feira (23), o ministro da Justiça, José Eduardo Carzodo, negou que o Poder Executivo esteja negligenciando a obrigação constitucional de demarcar e reconhecer as terras indígenas. "Não paramos as demarcações", disse o ministro. "Ninguém está postergando nada. Estamos discutindo soluções. E, recentemente, o Supremo Tribunal Federal derrubou três portarias do ministério demarcando terras indígenas, justamente porque, na época, não foram feitas as devidas negociações. Radicalismo gera morte e conflitos. A mediação é o caminho", disse o ministro.
Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta, que visitou a área nesta quinta-feira (25), os indígenas são "vítimas de um processo moroso", que se arrasta há anos. "Morosidade e impunidade provocam maior instabilidade".
Segundo o parlamentar, o ataque do grupo de fazendeiros aos índios que ocuparam a Fazenda Madama interrompeu um processo de negociação conduzido pelo procurador Ricardo Pael. A versão foi confirmada à Agência Brasil pelo assessor de comunicação do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), sargento Júlio Cesar Teles Arguelho.
Na quarta, ao ser entrevistado pela Agência Brasil, o sargento explicou que os quatro policiais do DOF que estavam na fazenda, no momento em que os fazendeiros chegaram, estavam ajudando na retirada do gado e de pertences do proprietário da fazenda, conforme combinado na véspera com o dono da fazenda. Por volta do meio-dia, a guarnição foi surpreendida pela chegada de uma carreata com dezenas de veículos, um deles dirigido por um arrendatário de parte da área.
Tanto a nota do MPF, quanto o deputado, confirmam que os índios que tinham ocupado a Fazenda Madama. Eles estavam assustados e reclamavam do desaparecimento de uma mulher e duas crianças, de 11 e de 10 anos. No entanto, segundo Pimenta, a mulher e o menino de 11 anos já foram localizados.
As informações sobre a outra criança ainda são desencontradas. Os guaranis e kaiowás alegam que a Fazenda Madama está em uma área antes ocupada por seus antepassados e exigem do governo o reconhecimento de seu território.

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